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Veja nossas dicas de destinos baratos na América do Sul, reunindo lugares no continente e em países próximos que oferecem bom custo-benefício para viajar, infraestrutura turística eficiente e experiências culturais consistentes
Viajar com orçamento controlado deixou de significar abrir mão de boas experiências. Em diferentes regiões do continente, é possível encontrar destinos baratos na América do Sul que equilibram preços acessíveis, transporte eficiente e uma oferta turística bem estruturada. Esse contexto favorece tanto viagens rápidas quanto roteiros mais longos, com planejamento simples e gastos previsíveis desde o início.
Além disso, fatores recentes ajudaram a tornar esses lugares ainda mais competitivos. A variação cambial em países vizinhos, a ampliação de rotas aéreas regionais e o fortalecimento do turismo interno criaram novas oportunidades para quem busca economia. Fora da alta temporada, por exemplo, hospedagem, alimentação e passeios costumam apresentar valores mais baixos. Ainda assim, a qualidade dos serviços se mantém estável.
Outra alternativa utilizada por viajantes mais experientes, são o uso de VPN para encontrar preços de passagens mais competitivos. Em alguns casos, aumentou o uso desse sistema para driblar os custos de voos em alguns destinos, como o ExpressVPN para uso em viagem. Turistas optam por essa tecnologia para verificar o tarifário de voos em diferentes regiões. Muitas vezes, buscar o preço de passagens internacionais varia conforme os impostos locais de cada país.
A seguir, reunimos destinos baratos na América do Sul e também em regiões próximas, escolhidos a partir de dados oficiais de turismo, custo médio de viagem e relevância histórica e cultural. A proposta é clara. Informar com precisão, orientar escolhas conscientes e ajudar o viajante a montar um roteiro mais inteligente. Assim, viajar mais passa a ser uma questão de planejamento, não de orçamento elevado.
Destinos na América do Sul com melhor custo-benefício

Esses lugares reúnem três fatores centrais para quem busca destinos baratos na América do Sul. Primeiro, apresentam custos médios mais baixos com hospedagem e alimentação, sobretudo fora da alta temporada. Segundo, contam com logística simples, seja por meio de aeroportos regionais, seja por rodovias bem conectadas. Terceiro, concentram atrações próximas entre si, o que reduz gastos com deslocamentos longos e otimiza o tempo de viagem.
Além disso, há um elemento decisivo: a maturidade turística. Muitos desses destinos já possuem redes consolidadas de pousadas, hotéis econômicos e aluguel por temporada. O transporte público costuma funcionar bem. Museus, centros históricos, praias urbanas e parques naturais oferecem acesso gratuito ou ingressos a preços acessíveis. Assim, o viajante consegue montar um roteiro variado sem comprometer o orçamento diário.
Outro ponto relevante é a previsibilidade. São cidades e regiões que funcionam ao longo de todo o ano. No entanto, as variações sazonais influenciam diretamente nos custos. Por isso, escolher o período certo faz diferença tanto no bolso quanto na experiência. Em geral, média e baixa temporada concentram as melhores oportunidades, com menos turistas e preços mais equilibrados.
No Nordeste brasileiro, por exemplo, meses fora das férias escolares reúnem clima favorável e tarifas mais baixas. Já em capitais e cidades históricas da América do Sul, o período fora do verão e de grandes eventos reduz significativamente os gastos. O acesso, por sua vez, costuma ser facilitado. Muitos destinos baratos na América do Sul recebem voos diretos ou conexões frequentes. Quando não, ônibus e transfers locais garantem deslocamentos eficientes e econômicos, favorecendo um planejamento mais seguro e realista.
Praia do Forte, BA: litoral estruturado e custos sob controle

A Praia do Forte é um dos destinos baratos na América do Sul que se destacam pelo equilíbrio entre infraestrutura e preços acessíveis. Localizada no litoral norte da Bahia, a vila reúne praias bem cuidadas, ruas organizadas e uma oferta variada de pousadas e restaurantes. Fora de feriados e da alta temporada, os valores caem de forma significativa, o que favorece viagens mais econômicas.
Além disso, a vila concentra atrações que podem ser visitadas a pé. O Projeto Tamar é o principal exemplo. A entrada tem custo acessível e agrega valor cultural à viagem, ao apresentar ações de preservação ambiental reconhecidas internacionalmente. O centrinho da Praia do Forte funciona como núcleo da experiência. Ali estão mercados, bares, lojinhas e serviços básicos. Isso facilita o planejamento diário e evita despesas inesperadas. Ao mesmo tempo, o ambiente mantém um ritmo tranquilo, ideal para quem busca descanso sem abrir mão da estrutura.
Por fim, o acesso simples reforça o bom custo-benefício. A vila está a cerca de uma hora de Salvador, com estrada duplicada e opções de transfer e ônibus. Essa logística enxuta faz da Praia do Forte uma escolha recorrente para quem quer incluir o litoral baiano em um roteiro econômico, bem organizado e com previsibilidade de gastos.
Lençóis Maranhenses, MA: paisagem única com custos acessíveis

Os Lençóis Maranhenses figuram entre os destinos baratos na América do Sul que surpreendem pelo contraste entre cenário e gastos controlados. O Parque Nacional reúne dunas extensas e lagoas de água doce que se formam no período de chuvas. Apesar da fama internacional, é possível visitar a região sem altos custos, especialmente com planejamento.
Barreirinhas funciona como principal base de apoio. A cidade concentra pousadas simples, restaurantes populares e agências que operam passeios coletivos, mais econômicos do que tours privados. Além disso, o deslocamento até as lagoas é feito em veículos adaptados e embarcações fluviais, o que reduz a necessidade de transporte individual.
A melhor época para conhecer os Lençóis vai de junho a setembro, quando as lagoas estão cheias e o clima favorece as caminhadas. Fora de feriados prolongados, os preços caem consideravelmente. Portanto, reservar com antecedência e evitar a alta temporada faz diferença no orçamento. Assim, o destino se consolida como opção viável para quem busca natureza, impacto visual e bom custo-benefício.
Chapada Diamantina, BA: aventura e natureza com custo acessível

A Chapada Diamantina é um dos destinos que encantam pela diversidade de atrações naturais e culturais, sem pesar no bolso. Localizada no coração da Bahia, a região é conhecida por suas trilhas desafiadoras, cachoeiras deslumbrantes e cidades históricas que remontam ao período do ciclo do diamante.
Lençóis, a principal cidade da Chapada, oferece uma infraestrutura turística eficiente, com opções de hospedagem e alimentação a preços acessíveis. Além disso, muitas das atrações, como a Cachoeira da Fumaça e o Poço Azul, possuem entrada gratuita ou taxas simbólicas. Isso torna a região ideal para quem quer explorar a natureza sem comprometer o orçamento.
Outro atrativo é a possibilidade de dividir passeios com guias locais, o que torna os custos ainda mais acessíveis. A Chapada Diamantina é, sem dúvida, um dos melhores exemplos de turismo de natureza no Brasil que alia belas paisagens e preços controlados. Com planejamento e flexibilidade, é possível aproveitar ao máximo esse paraíso sem extrapolar o orçamento.
Região dos Lagos, RJ: praias acessíveis e estrutura completa

A Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, se consolidou como um dos destinos baratos na América do Sul para quem busca praias bonitas e boa infraestrutura. Praias de Arraial do Cabo e Cabo Frio reúnem mar de águas claras, comércio organizado e ampla oferta de serviços turísticos. Esse conjunto permite viagens equilibradas, mesmo com orçamento controlado.
Além disso, fora do verão e de feriados prolongados, os preços caem de forma significativa. Hospedagens, passeios de barco e restaurantes oferecem valores mais competitivos, sem perda de qualidade. Esse período também garante praias menos cheias e deslocamentos mais tranquilos entre as cidades da região.
O acesso rodoviário é outro ponto positivo. A proximidade com a capital facilita viagens curtas e reduz custos com transporte. O aluguel por temporada, bastante comum na região, ajuda a economizar ainda mais, especialmente para famílias e grupos. Assim, é possível montar um roteiro flexível, alternando dias de praia, passeios urbanos e descanso.
Por isso, a Região dos Lagos se destaca como uma escolha versátil. Combina natureza, serviços e logística simples. Tudo isso com gastos previsíveis e boa experiência ao viajante. Um destino que funciona bem em diferentes épocas do ano e se adapta a vários perfis de viagem.
Florianópolis: praias diversas e custo controlado no Sul do Brasil

Florianópolis reúne características que a colocam entre os destinos baratos na América do Sul quando o planejamento é bem feito. A capital catarinense combina praias urbanas e mais isoladas, bairros conectados e uma rede de serviços ampla. Isso facilita a logística e reduz gastos com deslocamentos longos.
Além disso, a cidade oferece muitas opções de hospedagem alternativa. Hostels, pousadas e aluguel por temporada ajudam a equilibrar o orçamento, sobretudo fora dos meses de verão. Em períodos de média e baixa temporada, os preços caem de forma significativa, sem comprometer a experiência.
O transporte público cobre boa parte da ilha e permite acessar praias, trilhas e centros comerciais. Muitas atrações são gratuitas. Caminhadas em áreas naturais, mirantes e faixas de areia preservadas fazem parte do roteiro sem custo adicional. Esse equilíbrio entre natureza e cidade amplia as possibilidades do viajante econômico.
Por fim, Florianópolis funciona bem em diferentes estilos de viagem. Serve tanto para quem busca descanso quanto para quem prefere movimento urbano. A infraestrutura sólida, somada à variedade de paisagens, transforma a capital em uma escolha segura para quem quer viajar gastando menos. Especialmente fora da alta temporada, a cidade se destaca como um dos destinos urbanos mais acessíveis do Sul do país.
Pipa, RN: praia, natureza e custos previsíveis no Nordeste

Pipa se consolidou como uma das vilas mais organizadas do litoral nordestino. Por isso, aparece com frequência entre os destinos baratos na América do Sul quando o foco é custo-benefício. A estrutura turística é ampla, mas o clima segue informal. Isso ajuda a manter preços estáveis ao longo do ano, sobretudo fora de feriados prolongados.
Além disso, a oferta de pousadas é variada. Há opções simples, bem localizadas e com bom padrão de serviços. Restaurantes, mercados e comércios ficam concentrados no centrinho. Assim, o visitante reduz gastos com transporte e resolve grande parte do roteiro a pé. Caminhar faz parte da experiência e também do planejamento econômico.
A proximidade entre as praias também chama a atenção. Baía dos Golfinhos, Praia do Amor e Madeiro podem ser acessadas por trilhas curtas ou vias urbanas. Isso elimina deslocamentos longos e custos extras com passeios pagos. O contato com a natureza acontece de forma espontânea, sem necessidade de grandes investimentos.
Por fim, Pipa atende bem diferentes perfis de viajantes. Funciona para casais, grupos de amigos e até famílias. A combinação de praias, falésias, áreas preservadas e boa infraestrutura transforma a vila em uma escolha segura. Para quem busca sol, paisagem e controle de gastos, Pipa segue como um dos destinos mais equilibrados do Nordeste brasileiro.
João Pessoa, PB: capital organizada, praias urbanas e baixo custo

João Pessoa se destaca como uma das capitais mais acessíveis do país. Por isso, aparece com frequência entre os destinos baratos na América do Sul quando o critério é custo diário controlado. A cidade combina boa infraestrutura urbana com preços mais baixos em comparação a outros litorais do Nordeste.
Além disso, a orla é bem planejada. As praias urbanas contam com calçadões, ciclovias e quiosques organizados. Isso facilita a rotina do visitante e reduz gastos com deslocamentos. Caminhar ou pedalar resolve grande parte do roteiro. A sensação de cidade compacta ajuda no planejamento e no orçamento.
Outro ponto relevante é a oferta de serviços. Hotéis, pousadas e apartamentos por temporada apresentam valores competitivos ao longo do ano. A gastronomia também favorece o viajante econômico. Restaurantes regionais oferecem pratos bem servidos a preços acessíveis, inclusive em áreas turísticas.
Por fim, João Pessoa funciona bem em diferentes épocas. Fora da alta temporada, os custos caem ainda mais. A cidade é segura, tranquila e fácil de circular, seja de ônibus, aplicativo ou a pé. Para quem busca praia, estrutura urbana e previsibilidade de gastos, a capital paraibana se consolida como uma escolha inteligente e equilibrada.
Maceió, AL: mar acessível, roteiros curtos e bom custo-benefício

Maceió reúne praias urbanas bem estruturadas e paisagens de fácil acesso. Por isso, figura entre os destinos baratos na América do Sul quando o foco é equilíbrio entre preço e experiência. A cidade permite montar um roteiro compacto, com pouco deslocamento e gastos controlados.
Além disso, a orla concentra hotéis, restaurantes e serviços essenciais. As praias de Pajuçara, Ponta Verde e Jatiúca podem ser exploradas a pé ou com trajetos curtos de transporte. Isso reduz custos diários e facilita a organização da viagem. O visitante ganha tempo e evita despesas extras com longos deslocamentos.
Outro ponto favorável é a variedade de hospedagens. Há desde hotéis mais simples até resorts urbanos, o que amplia as opções conforme o orçamento. Os passeios para praias próximas, como Paripueira e Barra de São Miguel, têm logística simples e valores acessíveis, especialmente quando feitos de forma independente.
Por fim, fora da alta temporada, os preços caem de forma significativa. Passagens, hospedagem e alimentação ficam mais competitivas. Assim, Maceió se consolida como um destino funcional, bonito e financeiramente viável. É uma escolha segura para quem busca mar transparente, boa infraestrutura e previsibilidade nos gastos.
Ouro Preto, MG: patrimônio histórico com roteiro econômico

Ouro Preto é uma das cidades históricas mais bem preservadas do Brasil. Além disso, integra com facilidade a lista de destinos baratos na América do Sul para quem prioriza cultura e orçamento controlado. O centro histórico é compacto. Por isso, grande parte das atrações pode ser visitada a pé.
Entre os principais programas estão a Igreja de São Francisco de Assis, o Museu da Inconfidência e a Igreja do Pilar. Os ingressos têm valores acessíveis e, em alguns casos, descontos para estudantes e idosos. Caminhar pelas ladeiras, observar a arquitetura colonial e visitar ateliês locais também faz parte da experiência e não custa nada.
Outro fator importante é a hospedagem. Muitas pousadas funcionam em casarões antigos restaurados, com diárias competitivas ao longo do ano. A gastronomia segue a mesma lógica. Restaurantes e bares servem pratos típicos mineiros a preços previsíveis, especialmente fora dos fins de semana prolongados.
Além disso, a cidade funciona bem como base para explorar distritos próximos, como Mariana e Lavras Novas. O deslocamento é simples e pode ser feito de ônibus ou carro. Assim, o viajante amplia o roteiro sem elevar os gastos. Com boa oferta cultural, logística simples e custos médios baixos, Ouro Preto se mantém como opção consistente para viagens curtas ou escapadas culturais.
Rio de Janeiro: atrações icônicas com orçamento sob controle

Apesar da fama de destino caro, o Rio de Janeiro segue entre os destinos baratos na América do Sul quando o planejamento entra em cena. A cidade reúne atrações naturais e culturais que podem ser aproveitadas sem custo. Praias como Copacabana, Ipanema e Flamengo fazem parte do roteiro básico. Trilhas no Parque Nacional da Tijuca, como a da Pedra da Gávea ou do Morro Dois Irmãos, ampliam a experiência.
Além disso, o circuito cultural é acessível. Museus com entrada gratuita em dias específicos, centros culturais no Centro Histórico e caminhadas pela Lapa ou pelo Boulevard Olímpico ajudam a reduzir gastos. O deslocamento também pesa menos. Metrô, VLT e ônibus conectam áreas turísticas com eficiência.
Por outro lado, escolher onde se hospedar faz diferença. Bairros como Botafogo, Flamengo e Catete oferecem boa localização e preços mais equilibrados. Fora da alta temporada, promoções surgem com frequência. Assim, o Rio se mantém viável tanto para viagens curtas quanto para estadias mais longas, com controle real do orçamento.
Buenos Aires: cultura, gastronomia e bons preços na capital argentina

Buenos Aires segue como um dos destinos baratos na América do Sul mais procurados por brasileiros. A proximidade geográfica e a oferta constante de voos ajudam no custo da viagem. Além disso, alimentação e transporte público mantêm valores acessíveis, sobretudo quando comparados a outras capitais internacionais.
O que fazer na cidade não falta. Caminhar por bairros como San Telmo, Recoleta e Palermo é parte essencial do roteiro. Praças, parques e feiras de rua oferecem experiências gratuitas. Museus nacionais, como o Museu de Belas Artes, não cobram entrada. O circuito cultural é amplo e fácil de encaixar no orçamento.
Por fim, a cidade funciona bem para quem prefere explorar a pé ou de metrô. Cafés tradicionais, livrarias históricas e centros culturais ajudam a montar dias completos sem gastos elevados. Fora de grandes eventos e feriados, hospedagens também apresentam bons preços. Assim, Buenos Aires se consolida como um destino urbano, cultural e financeiramente previsível.
Cusco: história andina e economia no coração do Peru

Cusco é um dos destinos baratos na América do Sul mais completos para quem busca cultura e história. A cidade funciona como base para o Vale Sagrado e para Machu Picchu, mas também entrega muito por conta própria. Além disso, a oferta de hostels, pousadas e hotéis simples mantém o custo diário sob controle.
O que fazer na cidade começa pelo centro histórico. A Plaza de Armas concentra igrejas coloniais, museus e construções erguidas sobre antigas bases incas. Caminhar pelas ruas de pedra é parte da experiência. O Qorikancha, antigo Templo do Sol, ajuda a entender a fusão entre as culturas inca e espanhola. Mercados locais, como San Pedro, permitem refeições baratas e contato direto com a rotina local.
Por fim, a organização turística favorece o planejamento. Bilhetes integrados dão acesso a sítios arqueológicos próximos, como Sacsayhuamán e Tambomachay, com preço único. O transporte urbano é simples e econômico. Fora da alta temporada, a cidade fica ainda mais acessível. Assim, Cusco se destaca como um destino cultural intenso, bem estruturado e financeiramente viável.
Cartagena, Colômbia: cidade histórica e mar caribenho

Cartagena figura entre os destinos baratos na América do Sul quando o planejamento é bem feito. A cidade murada concentra grande parte das atrações e pode ser explorada a pé. Além disso, muitos espaços públicos, praças e trechos das muralhas têm acesso gratuito, o que ajuda a equilibrar o orçamento diário.
Caminhar pelas ruas coloridas, visitar a Torre del Reloj e circular pelas muralhas ao entardecer não custa nada. Museus como o Museu do Ouro Zenú e o Palácio da Inquisição têm ingressos acessíveis. Já para quem busca praia, Bocagrande e Playa Blanca oferecem alternativas próximas, com transporte simples e preços variados.
Por outro lado, escolher bem onde ficar faz diferença. Hospedagens em bairros como Getsemaní ou fora das muralhas costumam ser mais baratas e bem conectadas. Restaurantes locais, longe das áreas mais turísticas, oferecem refeições completas por valores menores. Com transporte urbano acessível e boa oferta de serviços, Cartagena se consolida como uma opção equilibrada entre história, lazer e economia.
Viajar melhor gastando menos é questão de escolha

Ao longo deste texto, fica claro que viajar com orçamento controlado não limita experiências. Pelo contrário. Os destinos baratos na América do Sul mostram que é possível unir paisagens marcantes, história, cultura e boa infraestrutura sem comprometer as finanças. Com informação e planejamento, o custo deixa de ser obstáculo e passa a ser parte da estratégia.
Além disso, muitos desses lugares oferecem vantagens que vão além do preço. Logística simples, atrações concentradas e grande oferta de atividades gratuitas tornam o dia a dia mais previsível. Isso reduz gastos inesperados e melhora a experiência geral da viagem. Caminhar, usar transporte público e explorar centros históricos são práticas que enriquecem o roteiro e aliviam o orçamento.
Outro ponto importante é a escolha do período. Média e baixa temporada seguem como aliadas de quem busca economia. Fora dos picos de demanda, passagens, hospedagem e passeios apresentam valores mais equilibrados. Ainda assim, a qualidade dos serviços se mantém. Em muitos casos, a experiência até melhora, com menos filas e cidades mais tranquilas.
Por fim, viajar bem passa menos pelo destino em si e mais pelas decisões tomadas antes do embarque. Os destinos baratos na América do Sul apresentados aqui provam que o continente oferece alternativas sólidas, diversas e acessíveis. Com planejamento consciente, o viajante amplia possibilidades, controla gastos e transforma cada escolha em um investimento mais inteligente em experiências.

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