O projeto Caminho da Mata Atlântica ganha fôlego e começa a sair do papel. Será uma trilha de três mil quilômetros que percorrerá os estados de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Desde de 2012 a ideia vem tomando forma, e assume uma perspectiva empolgante. O responsável pela inauguração da megatrilha é o empresário Fabio Seixas.

Foto: Divulgação Caminho da Mata Atlântica

As conexões dos percursos estão sendo feitas aos poucos sugerindo aos turistas um tipo de exploração mais curta num primeiro momento. Soma-se que o trajeto completo leve três meses. Um grande desafio que exigirá uma preparação bem medida para quem se interessar pela proposta. Ainda sim, os dias podem variar de acordo com o desempenho e vontade de cada pessoa.

A proposta de conexão destes estados visa garantir uma movimentação econômica em cada região, e ao mesmo tempo, valorizar as culturas locais, bem como a natureza. Além disso, fazer trails garantem benefícios a saúde física e mental.

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Outra motivação pela escolha do local se dá pelo fato de que a região da Mata Atlântica possui uma importância muito grande no que tange o combate ao efeito estufa. Mesmo reconhecida hoje como patrimônio nacional pela Constituição Brasileira ainda sofre com processos de desmatamentos que já perdura muitos anos.

O projeto se constitui a partir de parcerias de diversos setores, de órgãos públicos a comunidades locais.

A Mata Atlântica

Foto: Divulgação Caminho da Mata Atlântica

A diversidade de espécies vegetais e animais pertencente ao ecossistema da Atlantic forest é muito rico. Para se ter uma ideia, muitas espécies vegetais ainda não foram descobertas, tamanho a grandeza da mata, que compreende a costa leste, sudeste e sul do Brasil, passando pelo Paraguai e alcançando a província de Misiones, na Argentina, em sua maior proporção, e em pequenos portes, ao longo de 17 estados brasileiros, somando cerca de 15% do território total brasileiro. Essa floresta proporciona a subsistência de diversas comunidades que vivem a base de pesca e agricultura, além de propiciar lazer, cultura e geração de energia.

Ao longo dos anos a imensa mata foi se readaptando aos processos de urbanização que aconteceram de maneira muito veloz sobre a região. Essas adaptações acarretaram em problemas e processos irreversíveis à própria mata e seu vasto ecossistema. O que existe hoje da mata é apenas 12% do que ela já foi um dia. Diante disso inúmeras ongs foram surgindo com o intuito de minimizar os danos causados pelo avanço das cidades sobre a mata.

A maior parte da mata já não existe mais, e a que sobrou ainda sofre ameaça de se esgotar, apesar de existir – sobretudo nestes três países no qual ela pertence – diversas leis de proteção ao seu bioma, sendo o primeiro bioma a ser preservado por lei.

A regulação climática, purificação do ar, proteção do solo, proporcionar melhoria na qualidade de vida, entre outras, são os benefícios dispostos a partir de uma floresta preservada, e quando se trata de uma floresta tão vasta quanto essa, os benefícios são ainda maiores.

Esse compromisso em relação a sua preservação é de responsabilidade de todos, e iniciativas que visam expandir os alertas são fundamentais.

Foto: Divulgação Caminho da Mata Atlântica

Foto: Divulgação Caminho da Mata Atlântica

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