Como estudar e trabalhar no exterior? Veja 11 países que dão vistos para brasileiros
Descubra quais são os países mais comuns para brasileiros que querem estudar e trabalhar no exterior. Saiba como obter visto de estudo e trabalho, requisitos, valores estimados, benefícios e regras parar morar em 11 países diferentes
A busca por experiências internacionais tem crescido entre brasileiros que desejam morar no exterior, ampliar sua formação e, ao mesmo tempo, garantir uma renda extra recebendo em moeda forte. Eles garantem a possibilidade de ter um visto para estudar e trabalhar e vem ganhando destaque, especialmente com a expansão de programas educacionais, acordos bilaterais e políticas migratórias que facilitam a permanência de estudantes no exterior.
Além disso, esse tipo de visto oferece benefícios que vão além da sala de aula. Ele possibilita a entrada em mercados de trabalho internacionais, favorece o networking global e contribui para o desenvolvimento de habilidades profissionais valorizadas em diferentes setores. Em vários destinos, a permissão de trabalho já está vinculada à matrícula em instituições reconhecidas. Entretanto, em outros países, o estudante precisa solicitar autorizações adicionais após o início do curso.
Também vale lembrar que é fundamental compreender que cada governo estabelece regras próprias, o que inclui prazos, exigências financeiras e limites de carga horária permitida. Além disso, fatores como custo de vida, demanda por mão de obra e nível de proficiência no idioma influenciam diretamente a adaptação do estudante. Dessa forma, antes de escolher um destino, é essencial analisar com atenção todos esses critérios.
Visto para estudar e trabalhar na França (Work and Holiday Visa)

Conseguir o visto para estudar e trabalhar na França é o primeiro passo para quem deseja viver uma experiência completa no país. Os dois tipos de vistos mais comuns entre os brasileiros são os PVT – Permis Vacances-Travail (visto de férias e trabalho, também chamado de Work and Holiday Visa) ou o VLS-TS, (visto de longa permanência, conhecido como Visa de Long Séjour valant Titre de Séjour).
Para brasileiros sem passaporte europeu, a escolha entre o Visto Férias-Trabalho (PVT) e o Visto de Estudante de Longa Permanência (VLS-TS) exige entender regras bem diferentes de permanência, finanças e direitos. Abaixo, detalhamos um pouco sobre as duas modalidades:
Visto Férias-Trabalho (PVT)
Objetivo: Focado em imersão cultural, turismo e captação de recursos através do mercado de trabalho local.
Duração do Visto: Exatamente 12 meses (válido por um ano corrido).
Período de Inscrição: Abertura do lote anual em 1º de janeiro (vagas limitadas a 500 por ano).
Requisitos de Idade: De 18 a 30 anos (inscrição permitida até a véspera do aniversário de 31 anos).
Requisito Financeiro: Comprovar fundos próprios mínimos de € 2.500 (ou equivalente em reais).
Principais Benefícios: Trabalho em tempo integral liberado, isenção da taxa consular e livre trânsito pelo Espaço Schengen.
Pós-Visto: Improrrogável. É obrigatório retornar ao Brasil, sem direito a renovação deste mesmo visto na França.
Permissão para trabalhar: Permitido em tempo integral. Você pode trabalhar até 35 horas semanais (jornada padrão francesa) sem limitação de setor.
Visto de Longa Permanência (VLS-TS Estudante)
Objetivo: Focado em formação acadêmica, qualificação profissional e desenvolvimento de carreira na França.
Duração do Visto: De 4 a 12 meses iniciais (dependendo da extensão do curso).
Período de Inscrição: Fluxo contínuo, alinhado aos prazos das universidades e do Campus France.
Requisitos de Idade: Sem limite de idade (qualquer brasileiro adulto matriculado pode aplicar).
Requisito Financeiro: Comprovar custeio mínimo de € 850 por mês de permanência previsto no país.
Principais Benefícios: Direito à ajuda de custo habitacional (CAF), acesso à saúde pública (Sécu) e garantias de moradia (Visale).
Pós-Visto: Renovável na França. Permite estender a estadia ou mudar o status para visto de trabalho após a formatura.
Permissão para trabalhar: Permitido apenas em tempo parcial. Limitado estritamente a 60% da jornada anual de trabalho (máximo de 20 horas semanais).
Como e onde solicitar o visto para trabalhar e estudar na França?
Em ambos o processo exige atenção, mas pode ser mais simples do que parece se o candidato entender bem as etapas. Brasileiros que não possuem cidadania europeia podem conseguir esta autorização para exercer atividades remuneradas em território francês durante 1 ano.
No caso dos estudantes, o visto de longa permanência (VLS-TS) permite trabalhar até 964 horas por ano, cerca de 18 horas semanais, enquanto cursam uma formação acadêmica. Contudo, antes de solicitar o visto, é importante definir qual tipo se encaixa melhor no seu perfil.
A França oferece diferentes modalidades. Entre eles estão: o Passport Talent, voltado a profissionais altamente qualificados, o visto de curto prazo para trabalhos temporários e o visto de estudante.
Em todos os casos, será necessário apresentar documentos como passaporte válido, contrato de trabalho ou carta de aceite da instituição de ensino. Tudo isso, além do comprovante de alojamento, seguro saúde com cobertura mínima de 30 mil euros e recursos financeiros suficientes para se manter no país.
Os consulados franceses no Brasil recebem o pedido do visto e costumam processá-lo em cerca de 15 dias úteis. A taxa é de aproximadamente 99 euros, paga em reais no momento da solicitação. Para aumentar as chances de aprovação, mantenha toda a documentação organizada.
Como tirar visto para estudar e trabalhar na Nova Zelândia

Para quem deseja viver na Nova Zelândia, entender como funciona o visto para estudar e trabalhar no país é o primeiro passo. O processo pode parecer complexo, mas seguindo as etapas certas, tudo fica mais simples. O governo neozelandês oferece diferentes tipos de visto, e é essencial escolher a categoria correta de acordo com o objetivo da viagem.
Brasileiros que pretendem fazer cursos com duração superior a 14 semanas precisam solicitar o visto de estudante, que permite trabalhar legalmente até 20 horas semanais durante o período letivo. Já quem recebeu uma oferta de emprego formal deve pedir o visto de trabalho, que exige que o empregador esteja registrado junto à imigração neozelandesa.
Além de escolher o tipo de visto adequado, é importante preparar a documentação com atenção. Entre os documentos exigidos estão o passaporte válido por, no mínimo, seis meses após o retorno, comprovante de renda, carta de aceitação da instituição de ensino ou oferta de emprego, seguro saúde obrigatório e comprovante de acomodação na Nova Zelândia.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar na Nova Zelândia?
Além disso, o pedido deve ser feito diretamente pelo site oficial do governo neozelandês, onde também é possível preencher o formulário e enviar todos os arquivos digitalmente. Revisar cada informação antes do envio é fundamental para evitar atrasos ou até recusas no processo.
O tempo médio de análise do visto para estudar e trabalhar na Nova Zelândia costuma ser rápido, variando conforme o tipo de visto. O pagamento das taxas é feito em dólar neozelandês (NZD) e os valores também mudam de acordo com a categoria. Atualmente, o visto de estudos custa cerca de NZD 850, enquanto a autorização eletrônica NZeTA, usada para viagens curtas, custa NZD 123.
Guia para tirar visto para a Alemanha

Se você sonha em aproveitar as oportunidades acadêmicas e profissionais da Alemanha, compreender como funciona o visto para estudar e trabalhar no local é fundamental. Para estadias curtas de até 90 dias, os brasileiros não precisam de visto, mas, para períodos mais longos, é obrigatório solicitar uma das categorias disponíveis.
Entre as opções estão o visto de estudante e o visto de trabalho qualificado, que permitem atuar em áreas específicas e, em alguns casos, levar a residência permanente. Antes de solicitar o visto, é essencial reunir todos os documentos exigidos e comprovar que você atende aos critérios da imigração alemã.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar na Alemanha?
No caso do visto de trabalho na Alemanha, é necessário ter uma oferta formal de emprego, ter a qualificação reconhecida na Alemanha e apresentar comprovantes de renda, contrato de trabalho e passaporte válido. Já para o visto de estudante, é preciso apresentar a carta de aceite de uma instituição de ensino reconhecida, comprovar recursos financeiros e contratar um seguro saúde obrigatório.
Além disso, cursos de alemão com carga mínima de 18 horas semanais e programas universitários permitem trabalhar legalmente até 20 horas por semana, garantindo uma experiência completa de estudo e trabalho.
O processo de solicitação do visto para a Alemanha é feito junto ao consulado alemão no Brasil, e o tempo de processamento pode variar. Em geral, o visto é concedido por até um ano, com possibilidade de renovação. As taxas e requisitos podem mudar conforme o tipo de visto escolhido. Planejar-se com antecedência, reunir toda a documentação correta e, se possível, contar com uma assessoria especializada são passos que vão te ajudar nesse processo.
Requisitos para tirar visto de estudo ou trabalho para Portugal

Entender como funciona o visto para estudar e trabalhar em Portugal é o primeiro passo para quem planeja morar legalmente no país. Embora brasileiros possam entrar em Portugal sem visto para estadias de até 90 dias, essa isenção não permite estudar em cursos longos nem exercer atividade profissional.
Por isso, antes de viajar, é necessário solicitar o visto adequado, como o Visto D4 para estudantes ou o visto de trabalho para quem já tem uma oferta de emprego formal.
Na chegada ao país, mesmo com isenção de visto, ainda é obrigatório apresentar documentos como passaporte válido por no mínimo três meses além da estadia prevista, comprovante de alojamento, bilhete aéreo de ida e volta, prova de vínculo profissional no Brasil e meios financeiros suficientes para a permanência.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar em Portugal?
Para quem deseja estudar, o visto de estudante é obrigatório em cursos com duração superior a 90 dias, exceto para quem possui cidadania europeia. O Visto D4 pode ser temporário (para cursos de até 12 meses) ou de residência (para graduações, mestrados e doutorados com duração superior a um ano).
O custo para solicitar o visto temporário é de R$ 840,45*, enquanto o visto de residência para estudo custa R$ 917,21*. O prazo médio para análise desses pedidos é de cerca de 60 dias. Já para quem busca o visto de trabalho em Portugal, é indispensável comprovar uma oferta de emprego formal antes da solicitação.
O custo do visto de trabalho é de R$ 871,77*, e o prazo de análise pode ultrapassar 120 dias, dependendo do volume de solicitações. Além disso, o empregador português deve comprovar que a vaga não pôde ser preenchida por um cidadão europeu, exigência legal para contratar profissionais de fora da União Europeia.
Como tirar visto para estudar e trabalhar em Dubai

O visto para estudar e trabalhar em Dubai é essencial para quem planeja viver nos Emirados Árabes Unidos. O país exige autorizações específicas para ambas as finalidades, com regras que variam conforme a nacionalidade e o tipo de atividade.
O visto de estudante (Student Visa) é destinado a quem foi aceito por uma instituição educacional reconhecida e costuma ser solicitado com o apoio da própria universidade. Já o visto de trabalho (Work Visa) depende de patrocínio de um empregador local, que deve iniciar o processo junto às autoridades de imigração em nome do trabalhador estrangeiro.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar em Dubai?
O visto de estudante para Dubai é geralmente válido por 12 meses, podendo ser renovado de acordo com a duração do curso. O processo deve começar entre 1 e 2 meses antes do início do semestre, e o tempo médio de análise varia de 15 a 20 dias úteis – ou 10 dias no caso de processamento expresso, que possui custo adicional.
Entre os documentos exigidos estão: passaporte com validade mínima de sete meses, fotografia recente, formulários preenchidos pela universidade, comprovante de pagamento da taxa de visto e do seguro de saúde.
Para quem busca o visto de trabalho em Dubai, o primeiro requisito é possuir uma oferta formal de emprego. O empregador local atua como patrocinador e deve apresentar documentos como o contrato de trabalho, cópias do passaporte e do estado de residência do funcionário.
O solicitante, por sua vez, precisa fornecer passaporte válido por pelo menos seis meses, cópia colorida do documento, foto e bilhete de viagem emitido pela Emirates Airlines. Além disso, o valor do visto varia conforme a categoria profissional e o tipo de patrocínio.
Vistos para estudar e trabalhar na Irlanda

Para se estabelecer na Irlanda, é preciso lembrar que o visto para estudar e trabalhar é fundamental antes mesmo de arrumar as malas. Diferentemente de muitos países, o visto de estudante não é solicitado antes da viagem, ele é emitido apenas após a chegada ao território irlandês.
Como solicitar o visto para estudar ou trabalhar na Irlanda?
Inicialmente, brasileiros podem entrar como turistas e permanecer por até 90 dias sem visto, mas quem pretende realizar um curso com duração superior a três meses precisa solicitar o Stamp 2, que autoriza tanto os estudos quanto o trabalho em meio período.
Este é o visto mais utilizado por brasileiros que optam por fazer intercâmbio de longa duração na Irlanda. Neste outro artigo detalhamos melhor sobre como estudar e trabalhar na Irlanda como estudante.
Para obter o Stamp 2, é necessário agendar uma entrevista com a imigração, comprovar acomodação fixa, apresentar um seguro governamental válido e demonstrar recursos financeiros mínimos de €3.000.
O processo envolve seis etapas principais: agendamento da entrevista no site do GNIB, obtenção da moradia permanente, organização de documentos como passaporte, carta da escola, comprovantes financeiros e seguro, além do pagamento da taxa de €300 (R$ 1.885,29)* referente ao Irish Residence Permit (IRP).
Por outro lado, o visto de trabalho na Irlanda possui regras distintas. Ele só pode ser solicitado após a empresa contratante obter uma permissão de trabalho. Em outras palavras, o visto é concedido apenas mediante uma oferta formal de emprego.
As taxas variam conforme o tempo de contrato: €500 (R$ 3.094,06)* para até seis meses e €1.000 (R$ 6.188,13)* para períodos entre seis e 24 meses, além da taxa de €300 pelo IRP. O prazo médio de análise é de cerca de oito semanas.
Visto de trabalho e estudos em Malta

Entender como funciona o visto para estudar e trabalhar em Malta é essencial para quem planeja viver na ilha. Inicialmente, os brasileiros podem permanecer no país como turistas por até 90 dias; contudo, quem deseja estender a estadia precisa solicitar um visto específico. Assim, o primeiro passo é identificar o tipo de visto que melhor se encaixa no objetivo da viagem.
Onde pedir o visto para trabalhar ou estudar em Malta?
O estudante deve fazer o pedido diretamente na Central Visa Unit, preferencialmente até 21 dias antes do vencimento do visto de turista. Durante o processo, é necessário apresentar documentos como a carta de aceitação da escola, o comprovante de pagamento do curso, o passaporte válido, o contrato de aluguel e o seguro viagem com cobertura mínima de €30 mil.
Além disso, é obrigatório comprovar recursos financeiros para permanência no país. O consulado geralmente libera o visto em até três semanas. Após completar 13 semanas de curso e manter frequência regular nas aulas, o estudante pode solicitar a permissão de trabalho.
Por outro lado, quem pretende atuar em tempo integral deve solicitar a permissão de trabalho, emitida pelo órgão responsável em Malta. Nesse caso, o processo depende de uma oferta formal de emprego, feita por uma empresa local. A taxa de emissão é de €280,50 (R$ 1.735,76*), e o prazo de análise costuma variar entre um e três meses.
Já os estudantes que desejam conciliar estudos e trabalho podem solicitar uma licença de emprego temporária, no valor de €230 (R$ 1.421,51*), cujo processamento leva de quatro a seis semanas. No entanto, é importante destacar que as chances de aprovação aumentam quando o emprego está relacionado à área de estudo do aluno.
Dicas para quem quer visto para a Espanha

O primeiro passo para quem planeja morar legalmente no país é o visto para estudar e trabalhar na Espanha. Para começar, o governo espanhol oferece o visto de busca de emprego. Ele permite que estrangeiros residam na Espanha por até 12 meses com o objetivo de encontrar um trabalho e formalizar um contrato. Uma das principais vantagens desse visto é que, após conseguir um emprego, o estrangeiro não precisa retornar ao Brasil para solicitar a autorização de residência e trabalho.
Além disso, existem dois tipos principais de vistos de trabalho na Espanha: o de trabalhador subordinado, voltado para quem possui contrato com uma empresa local, e o de trabalhador autônomo, ideal para empreendedores. O solicitante deve pagar € 80 (R$ 494,74*) diretamente no consulado espanhol, em dinheiro, no momento do pedido. O prazo médio de análise é de 30 dias.
Já o visto de estudante para Espanha é obrigatório para brasileiros que desejam realizar cursos com duração superior a 90 dias. O pedido deve ser feito ainda no Brasil, em um dos consulados ou na embaixada espanhola.
Para solicitá-lo, é necessário comprovar matrícula em uma instituição de ensino, recursos financeiros de pelo menos € 600 mensais e seguro saúde internacional com cobertura adequada. O visto de curta duração (até seis meses) é ideal para cursos rápidos. Enquanto isso, o de longa duração (mais de seis meses) exige certificado médico e antecedentes criminais.
Como solicitar o visto para o Canadá

Conseguir um visto para estudar e trabalhar no Canadá é o caminho mais comum para quem deseja viver uma experiência no país. Para começar, é essencial entender os tipos de visto disponíveis. O visto de estudante é voltado para quem pretende cursar programas com duração superior a seis meses e não possuem estágio obrigatório.
Já o visto de estudante com permissão de trabalho é destinado a quem realizará cursos que incluem atividades práticas. Além disso, estudantes matriculados em instituições reconhecidas pelo governo canadense podem trabalhar até 20 horas semanais durante o curso. Isso, sem necessidade de autorização formal de trabalho.
Por outro lado, quem pretende atuar em tempo integral deve solicitar uma permissão de trabalho. Esse processo requer a comprovação de elegibilidade, que inclui possuir passaporte válido por pelo menos seis meses, não ter antecedentes criminais, realizar exame médico (quando aplicável) e demonstrar vínculos com o país de origem. Também é necessário comprovar que o candidato deixará o Canadá ao término da autorização e que não pretende trabalhar em empresas com status “inelegível”.
O pedido de visto canadense é feito inteiramente online, por meio do site oficial do governo. Após o preenchimento dos formulários, o candidato deve enviar seus documentos digitalmente e aguardar as instruções sobre o envio do passaporte.
Entenda as opções de vistos para a Inglaterra

Para quem deseja estudar no Reino Unido, existem três principais tipos de visto de estudante: o Student Visa, o Short-Term Study Visa e o Child Student Visa. O Student Visa, voltado para cursos com duração superior a 11 meses, permite que o aluno estude, trabalhe e até leve familiares para morar na Inglaterra.
Já o Short-Term Study Visa é ideal para cursos de inglês de curta duração, de 6 a 11 meses, mas não autoriza trabalho ou acompanhantes. Por fim, o Child Student Visa é voltado para menores de 18 anos que estudarão em escolas britânicas e pode ser renovado conforme a necessidade.
Para solicitar o visto de estudante, o processo é feito diretamente no site do Governo Britânico. É necessário preencher o formulário, pagar a taxa, que varia de £214 a £524 (R$ 1.503,53 a R$ 3,681,54*), dependendo da categoria, e agendar uma consulta para coleta de dados biométricos. Depois disso, basta enviar os documentos solicitados online e acompanhar o andamento da solicitação por e-mail.
No caso do visto de trabalho na Inglaterra, ele é concedido a quem possui uma oferta formal de emprego ou vínculo com instituições britânicas. O custo varia conforme o tipo de autorização e a duração do contrato, podendo chegar a cinco anos de validade.
Em média, o visto permite permanecer no país de seis a vinte e quatro meses, com possibilidade de renovação conforme o contrato. Além das taxas, o candidato deve comprovar saldo mínimo em conta e atender aos critérios exigidos pelo empregador e pelo governo britânico.
Visto para estudar e trabalhar na Austrália

Conseguir um visto para estudar e trabalhar na Austrália exige planejamento, mas o país oferece diferentes caminhos para quem deseja combinar qualificação profissional e experiência no mercado australiano. Para quem pretende iniciar pelos estudos, o visto de estudante (Student Visa) permite realizar cursos e trabalhar até 20 horas semanais durante as aulas. O candidato realiza todo o processo online e envia documentos como matrícula, seguro-saúde, comprovação financeira e passaporte válido.
Por outro lado, quem busca diretamente o visto de trabalho encontra alternativas que variam conforme idade, profissão e vínculo com empregador. O Working Holiday Visa é a opção mais conhecida entre jovens de alguns países, permitindo trabalhar e viajar por até 12 meses. Já vistos como o Skilled Independent e o Skilled Nominated são voltados a profissionais qualificados em áreas de demanda, exigindo avaliação de habilidades.
Independentemente da categoria escolhida, o governo exige comprovação de renda suficiente para se manter no país, além de exame médico e antecedentes criminais. Além disso, é necessário cumprir todas as regras de permanência estabelecidas pelas autoridades de imigração. Vale lembrar que trabalhar antes do início do curso ou exceder o limite de horas pode resultar no cancelamento do visto.
Planejamento e cuidados essenciais para obter o visto

Planejar uma mudança para outro país envolve muito mais do que escolher o destino. Além de entender os requisitos para tirar o visto para estudar e trabalhar, é essencial considerar fatores como o custo de vida, o domínio do idioma local e as oportunidades profissionais na área de interesse. Por isso, quanto mais cedo começar o processo de pesquisa e organização dos documentos, maiores serão as chances de aprovação e de uma adaptação tranquila no novo país.
Além disso, é importante acompanhar as atualizações nas regras de imigração, já que muitos países revisam suas políticas anualmente. As taxas, prazos e exigências podem mudar sem aviso prévio, especialmente em períodos de alta demanda. Assim, consultar os sites oficiais das embaixadas ou consulados e, se necessário, buscar orientação especializada são medidas que garantem mais segurança em cada etapa da solicitação do visto.
Por fim, estudar e trabalhar no exterior é uma oportunidade de crescimento pessoal e profissional. A vivência internacional amplia perspectivas, desenvolve habilidades interculturais e pode abrir portas para carreiras globais. Portanto, planejar cada passo com cuidado, respeitar as exigências legais e manter a documentação sempre atualizada são atitudes que transformam o sonho de morar fora em uma experiência real e bem-sucedida.
* Valores calculados no início de 2026 – Consulte as regras atualizadas com o consolado do país escolhido.
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