Os amantes do whisky podem montar suas próprias versões da bebida a partir de 800 combinações possíveis de ingredientes no Johnnie Walker Princes Street, em Edimburgo 

A centenária marca Johnnie Walker inaugurou, no início de setembro, um espaço totalmente dedicado ao whisky em Edimburgo, capital da Escócia. O Johnnie Walker Princes Street é uma espécie de museu que conta a história do whisky escocês mais vendido no mundo e permite que os visitantes acompanhem todo o seu processo de fabricação.

Localizado em um belíssimo prédio, o museu Johnnie Walker toma seus oito andares, com ambientes que proporcionam experiências diversas, incluindo um laboratório de criação de sabores até um restaurante com vista panorâmica para o centro histórico da cidade e para o Castelo de Edimburgo.

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É um lugar incrível para se conhecer, tanto para os amantes do whisky como para quem não é assim tão chegado na bebida, mas curte turismo histórico-cultural. Isto porque ao contar a história da marca, que completou 200 anos em 2020, o museu do whisky fala também sobre a história da própria Escócia e seu desenvolvimento ao longo dos anos.

Somente em 2019, o país recebeu cerca de dois milhões de turistas que viajaram para lá atraídos pela cultura do whisky. O espaço criado pela marca Johnnie Walker foi o maior investimento já feito no turismo do whisky escocês e custou cerca de 150 milhões de libras – mais de 1 bilhão de reais.

Museu do whisky

Johnnie Walker museu

Foto: Divulgação

A localização do museu do whisky é privilegiada, bem no coração da capital escocesa, em um belíssimo prédio que antes abrigou uma loja de departamentos por quase cem anos. No total, o espaço dedicado à bebida ocupa seis mil metros quadrados distribuídos em oito andares. Há uma área dedicada especialmente à história da bebida, um laboratório de composições, uma adega, uma loja, alguns bares, um restaurante e um terraço com uma vista incrível.

Mas o Johnnie Walker Princes Street vai muito além de apenas um museu do whisky. O local foi criado e pensado para oferecer experiências sensoriais aos visitantes que, além de conhecer a história da bebida, podem fazer degustações e, o mais legal, criar suas próprias versões dela.

A visita ao espaço é sempre guiada e dura cerca de 90 minutos, incluindo performances ao vivo e três drinks personalizados feitos com o whisky escocês. Os ingressos custam a partir de 25 libras (em torno de R$ 189) por pessoa. As outras atrações que vamos falar adiante são cobradas à parte.

A visita guiada mostra como o whisky é preparado e envelhecido em barris. Em seguida, os visitantes são levados a uma espécie de laboratório onde podem criar três versões da bebida a partir de 800 combinações possíveis de ingredientes.

Johnnie Walker museu do whisky

Foto: Divulgação

Além disso, o museu Johnnie Walker organiza degustações de fórmulas da marca que já são famosas. No entanto, dependendo do whisky que escolher degustar, você terá que pagar um valor maior. Por exemplo, para degustar o prestigiado Black Label, além do ingresso pago para entrar no museu, você terá que desembolsar mais 35 libras (cerca de R$ 256).

Para os apreciadores mais apaixonados pela bebida, a visita ao Johnnie Walker Princes Street pode ser estendida à adega, onde é possível experimentar o whisky tirado diretamente dos barris. O valor dessa experiência, no entanto, é de 95 libras (cerca de R$ 710).

O espaço contará, ainda, com uma loja – prevista para ser inaugurada até o final do ano – no térreo. Nela, os visitantes poderão escolher entre 150 tipos de whisky escocês e, ainda, qual modelo de garrafa levarão a bebida para casa. E não para por aí. A loja da Johnnie Walker oferecerá serviço de personalização da embalagem, com a gravação das iniciais no vidro ou do nome inteiro no rótulo.

Os sabores do museu Johnnie Walker

Johnnie Walker museu do whisky

Foto: Divulgação

Além de permitir que os visitantes experimentem a bebida durante o tour guiado, o Johnnie Walker Princes Street tem dois bares especiais, localizados em seu terraço. Por isso, vale a pena reservar um tempo para provar os outros sabores que o espaço pode oferecer. Aliás, a vista do terraço é de tirar o fôlego e mostra todo o centro histórico da capital escocesa e o lindo Castelo de Edimburgo.

Nele, você encontrará o Explorers’ Bothy, que tem mais de 150 rótulos do whisky escocês, e o 1820, especializado em coquetéis, que são servidos acompanhados de um menu com sabores de vários lugares da Escócia. O rooftop tem, ainda, plantações de ervas para guarnições e infusões em drinques, e um telhado verde, coberto de plantas e alimentadores de pássaros.

Aproveite para conhecer Edimburgo

edimburgo

Foto: Kate Bielinski / Unsplash

A viagem para conhecer o Johnnie Walker Princes Street pode ser acompanhada por uma visita aos principais pontos turísticos de Edimburgo. A capital escocesa é uma cidade incrível, rica em cultura, história e paisagens belíssimas.

Lá você encontrará prédios medievais com arquitetura neoclássica, vários museus e muitas opções de restaurantes e bares que são verdadeiras atrações turísticas, como, por exemplo, a cafeteria The Elephant House, que se tornou popular entre os fãs de Harry Potter, por ter sido um dos lugares que inspirou sua autora, J.K Rowling.

As construções históricas mais importantes – e também belíssimas – são: o Castelo de Edimburgo, o Palácio de Holyrood, a Catedral de Sr Giles e o Grassmarket.

Entre os museus e galerias, destacam-se o Museu Nacional da Escócia, a Galeria Nacional da Escócia, o The Royal Scottish Academy, Câmera Obscura e a Galeria Nacional Escocesa de Arte Moderna de Edimburgo.

Vale a pena passear pelas ruas da capital escocesa que, além de revelar as construções medievais, são belíssimas. Por isso, ao viajar para Edimburgo, não deixe de conhecer a Old Town, a Royal Mine, a Mary King’s Close e a Princess Street. A cidade tem, também, lindas áreas verdes, entre elas o Jardim Botânico de Edimburgo e o Water of Leith, um dos rios mais importantes da capital escocesa que é margeado por uma graciosa vila.

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