Com aproximadamente 300 km de extensão, cercados por uma barreira natural construída a milhares de anos por corais, a fantástica Rota Ecológica ou Costa dos Corais está localizada no litoral norte de Alagoas e atraí turistas que procuram praias desertas com águas mornas, gastronomia de qualidade e conforto de pousadas rústicas á beira mar, além de um turismo ecologicamente sustentável.

A região, que começa a poucos quilômetros de Maceió e termina na divisa do Pernambuco, contém o segundo maior banco de arrecifes do mundo, ficando atrás apenas da Grande Barreira de Coral da Austrália. Além disso, com a maré baixa, é possível nadar nas centenas de piscinas naturais. Tudo isso ao lado de uma variedade enorme de peixes.

Por fim, a região foi preservada graças ao traçado da estrada litorânea de Alagoas, que, na altura de Barra de Santo Antônio, faz um desvio para o interior e só retorna à costa litorânea em Maragogi. Os pouco mais de 40 km de praias entre Barra de Camaragibe e Japaratinga são servidos por uma estrada secundária, com um trecho de asfalto até Porto de Pedras, uma balsa (para atravessar o rio Manguaba entre Porto de Pedras e Japaratinga) e um trecho que alterna estrada de chão com paralelepípedos (em Japaratinga).

Como chegar

A maneira mais rápida para chegar a Rota Ecológica é através de Maceió. Para isso, é preciso seguir pela AL-101 em direção a Barra de Santo Antônio e pegar o desvio para a estrada secundária, que percorre 40 km de praias entre Barra de Camaragibe e Japaratinga.

São Miguel dos Milagres

Primeiramente, a mais conhecida vila de pescadores do litoral Alagoano é também uma das mais antigas e conta com apenas uma rua principal, cercada por outros povoados.

São Miguel dos Milagres, por não receber parte do roteiro dos muitos turistas que visitam a capital alagoana, continua bem preservada e, certamente, encanta todos com suas casinhas coloridas. As primeiras praias do percurso são as do Merceneiro e a do Riacho.

Além disso, a Praia do Toque possui diversas opções de pousadas luxuosas. E, portanto, por não possuir acesso para carros, o local é bem reservado e possui ótimas referências gastronômicas. Se desejar fazer alguma refeição na região, é preciso fazer uma reserva com antecedência ou se hospedar em algum hotel.

São Miguel dos Milagres

1. Foto: Rodrigo Soldon

Porto de Pedras

O rio Tatuamunha marca o início do vilarejo de Porto Pedras. Por isso, quando estiver na região não deixe de visitar à sede do Projeto Peixe-Boi, que introduz à natureza peixes-bois nascidos nos criadouros da sede do projeto em Itamaracá. Outras opções de passeios são os casarões centenários do vilarejo de Tatuamunha e a praia da Laje.

Considerada por muitos a praia mais bonita da Rota Ecológica e do Brasil, a Praia do Patacho é a última antes do rio Manguaba, por ser super extensa, a praia é praticamente deserta. Durante o dia inteiro é possível ver poucas pessoas caminhando pela areia e na maioria casais. Quando a maré está baixa o passeio ideal é ir caminhando até as piscinas naturais mar adentro.

Porto de Pedras - Rota Ecológica

2. Foto: Marcos Felipe Teixeira

Japaratinga

Após pegar uma balsa para atravessar o Rio Manguaba, encontra-se Japaratinga, um dos mais belos lugares no litoral nordestino.

Sua tranquilidade e belas praias garantem lugar de destaque como importante destino turístico do Brasil. Seus 15 quilômetros de litoral abrigam as Praias de Bitingui, Barreiras do Boqueirão e a Praia do Pontal.

Japaratinga

3. Foto: Bruno Bianchi

Maragogi

Famosa pelas Galés (conjunto de piscinas naturais), Maragogi é considerada o tesouro mais precioso da Costa dos Corais. Como resultado, o lugar é comparado por muitos turistas às ilhas caribenhas, graças à cor azul-turquesa da água. Além das Galés, que já foram bastante exploradas, há outras piscinas naturais, como Taoca e Barreira de Peroba, que são mais preservadas.

Maragogi - Rota Ecológica

4. Foto: Magerson Bilibio

Qual a melhor época para visitar a Rota Ecológica?

Certamente, as temperaturas são altas e chegam até 30ºC no verão. Já entre os meses de maio e julho, as chuvas aumentam. Por isso, é muito importante programar a visita durante a maré baixa, condição necessária para que os passeios sejam feitos. Consulte a tábua de marés da marinha.

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