Cidade de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco, registrou o nascimento de 97 de tartarugas-de-pente, espécie ameaçada no Brasil

O momento de isolamento social é necessário para conter os avanços do coronavírus no Brasil e no mundo. Sem a possibilidade de realizar viagens, praias pelo mundo antes tomadas por turistas hoje encontram-se vazias.

Por conta disso, com total “privacidade” e sem espectadores, tartarugas marinhas estão nascendo sem a presença de humanos as observando. Na cidade de Paulista, na Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco, 97 de tartarugas-de-pente nasceram na semana passada e tomaram seu rumo a caminho do mar.

tartarugas pernambuco

Foto: Prefeitura de Paulista

Nem ao menos a comunidade local pôde acompanhar o nascimento, uma vez que, neste momento, é necessário evitar aglomerações – o que, neste caso, não é bom, já que impede um trabalho de educação ambiental. A eclosão dos ovos foi fotografada apenas pelos técnicos do Núcleo de Sustentabilidade Urbana do município, que monitora os répteis desde 2019. Desde então, esse trabalho possibilitou o nascimento de aproximadamente 300 tartaruguinhas.

“Ao todo, 291 tartarugas marinhas nasceram no litoral de Paulista em 2020, sendo 87 tartarugas-verdes e 204 tartarugas-de-pente. Desta vez, devido as medidas preventivas contra o novo coronavírus, a população não pôde acompanhar de perto o nascimento”, afirmou Herbert Andrade, gestor Ambiental de Paulista.

Tartarugas marinhas: um show da natureza

tartarugas pernambuco

Foto: Prefeitura de Paulista

De acordo com o Projeto Tamar, instituição que protege as tartarugas marinhas, a tartaruga-de-pente é uma espécie ameaçada no Brasil. Ela pode chegar a 110 centímetros de comprimento e pesa, em média, 86 quilos. Esses animais costumam depositar seus ovos a partir de janeiro e o nascimento dos filhotes ocorre justamente nesta época, em abril ou maio.

Outros lugares pelo mundo estão prevendo um aumento de tartarugas em decorrência de praias fechadas. O jornal local Sun Sentinel, da Flórida, nos Estados Unidos, falou sobre o assunto com especialistas em vida marinha. “O que descobrimos é que menos humanos levam as tartarugas a fazerem ninhos com mais facilidade”, disse Justin Perrault, diretor de pesquisa do Loggerhead Marinelife Center, uma organização sem fins lucrativos de Juno Beach.

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